"Estava confusa. Não conseguia me lembrar do passado e tentava fugir do futuro. Queria acordar sem ter que ver o amanhã. As coisas passavam por mim e eu não entendia porquê. Não gostava de ter que falar sobre o que sentia, mas era necessário às vezes.
Via pessoas com o mesmo DNA que eu sendo totalmente diferentes do que um dia eu havia conhecido. Não sabia se eu estava me tornando como elas, ou se era muito diferente delas. Ás vezes eu tinha medo, ás vezes raiva. E odiava sentir raiva. O que gerava mais raiva. Mais conflitos. Minha cabeça doía a tarde. A noite eu não me sentia segura ao dormir e era inquieta. De manhã, eu pensava no que ia acontecer. E muitas vezes procurava não pensar no lado escuro. Mais uma vez, a tarde, minha cabeça doía.
Olhava para os lados, e via todos parecendo comigo antes. Hoje, vejo pessoas me olhando.
Tinha sonhos normais, o que eu achava estranho. Tinha hábitos anormais, o que eu também achava estranho. Mas quem era eu? Nem eu mesma me conhecia. Sabia somente no que pensar.
E no caminho de volta da escola, comecei a escrever no ar o que eu queria... "
Sempre fiquei pensando nisso quando a frase me vinha à cabeça. Não sabia definir o "mundo". O "mundo" são os humanos? O Sistema Solar? São os planetas? Ou somente o planeta Terra?
Penso que um dia, tudo vai acabar mesmo. Desde criança, tive um interesse por saber como tudo ia acabar. O frustrante foi que eu nunca tive resposta (quero dizer, teorias aparecem a todo momento, mas nunca concretizadas) . Pelo menos eu me aquietava - e ainda me aquieto - ao saber que todos têm as mesmas dúvidas que eu.
De repente, como muitas vezes na sociedade surgiu, uma teoria diz que o mundo (que ainda não sei definir) vai acabar. Acabar... acabar como? Morrer? Ser destruído? Invadido? Não entendo porque o ser humano tem a necessidade de querer estar no controle de tudo. Brincar de Deus. Eles não vão conseguir. Não está ao ao alcance deles. Não está ao alcance de nós.
2012 é a nova data que nos dão. Na verdade, eles até dão o exato dia e mês : 21 de dezembro de 2012. Queria dizer que... Bom, acho que eles sofrem de um tipo de psicose ou que não foram abraçados quando criança. Ou, querem brincar de Deus mesmo, porque sem mentira, deve ser muito legal! Imagina influeciar uma sociedade inteira de 6 bilhões de habitantes e ainda fazer muito dinheiro com isso?
Li algumas coisas sobre isso. Fora o que escuto no dia a dia. Ainda acho que muita gente vai enlouquecer até 2012 por causa do "fim do mundo". Já disseram que o mundo ia acabar em 2000. Nossa, acabou mesmo... o século XX acabou (!) porque o resto continuou intacto. Disseram que o mundo ia acabar em outros muitos anos e já existe uma nova teoria de que vai acabar em 2060 - é claro que ela está apagada, já que o mundo já terá sido destruído há 48 anos. Culpa de Nostradamus, Einstein, Maias ou quem quer seja é que o mundo está surtando acreditando que não vai passar de 2012.
Existem milhares de sites informando como se proteger. Existe até um cientista professor (nome não lembro agora) que está construindo moradias super resistentes 2000 metros acima do mar que resistirão a toda catástrofe de 2012. Garanto que esse admirável senhor está faturando bastante dinheiro e sendo considerado um deus. Ah, existe ainda o teoria da extinção das abelhas que gera todo um ciclo que fará com que a raça humana desapareça de vez, da inversão dos pólos da Terra, dos Meteóros, das fortes explosões do sol, da Pantera Cor de Rosa que vai virar Azul...
Segundo a Wikipedia, há 195.000 anos o Homo Sapiens tem dominado a Terra. Não me admira que nós mesmos queremos ser extintos. São muitos anos aqui, não acham? A verdade é que o ser humano é tão bondoso que quer dá espaço para as outras espécies dominarem o mundo. Não. Mentira. O ser humano deve ser a criatura mais egoísta que existe catalogada. Racionalidade leva a egoísmo? Eu me pergunto.
Teorias falhas do fim do mundo, cientistas que se dizem inteligentes e deuses, cientistas que se dizem loucos e insanos, pessoas acreditando e pessoas desacreditando. Tudo isso leva o mundo inteiro a pensar em uma coisa só: 21 de dezembro de 2012. Quero que esse dia chegue, e se eles tiverem errados, o mundo não acabe e que aquele velho que está construindo as moradias para "salvar" vidas arranje uma desculpa para a mídia. O mundo, quero dizer, os homens, estão mais preocupados em se proteger de algo que ilógico do que salvar milhares de vidas hoje. O hoje importa.
Eu e a Wikipedia, minha amiga, achamos que 2012 vai chegar. E bom, se tudo acabar mesmo, espero que você tenha lido isso antes. Boa sorte em 2012 e não surte até lá!
Ah, os espíritos Maias têm feito contatos comigo, qualquer notícia, eu aviso!
Gosto dos pequenos gestos, dos sorrisos amenos. Dos suspiros ou bocejos engraçados. Gosto dos livros sem graça, tranquilos, dos de aventura ou romance. Gosto do céu azul em seu extremo, do mar verde, da brisa calma.
Gosto dos poetas que fazem das palavras, música. Gosto dos músicos que fazem das palavras, poesia. Gosto dos escritores que mesclam as palavras e fazem a gente sentir frios na barriga aos apenas ler um livro. Gosto dos pianistas, violonistas, flautistas.
Gosto do teatro, da fotografia, da arte. Que nos faz expressar, mostrar quem escondemos no fundo de nós. Que mostra o lado bonito do "tudo". O bonito, emocionante, espetacular... e todas essas palavras que nos lembram emoção. Gosto dessas palavras. Desses sentimentos em especial.
Como disse, do céu azul, do verde mar, do dourado sol. Não sei porque, mas isso me lembra alguém falando de eufemismo.
Era noite. Do carro já conseguia sentir o cheiro diferente que vinha da pequena floresta. Na verdade, não era uma floresta, para mim era um recanto. Um recanto da natureza. A cada dia que passei naquele lugar, um dia sequer deixei de olhar para o céu. Nunca desprezei a paisagem, nunca a desperdicei. O morro, para muitos era apenas qualquer um, mas eu o via com amor. O via com lembranças.
Ao abrir o portão me deparo com uma imensidão branca. Hoje em dia, um elefante branco como diria minha tia. Não consegui não lembrar o primeiro dia me que pisei naquele quintal. Não existiam janelas ou piso... Muito menos tinta nas paredes. Convivi com paredes brancas durante muito tempo. Hoje em dia, sinto falta delas. O cheiro... Ah, os cheiros. Consigo despertar minha memória com o cheiro que vinha de dentro da casa. O cheiro que sempre veio lá de dentro. O cheiro da construção. Construção de sonhos, de vidas.
A primeira coisa que faço ao abrir a porta é acender a luz que iluminava um pequeno jardim no quintal. Minha mãe havia mandado plantar um pinheiro lá para que no Natal, a gente pudesse enfeitá-lo. Reparo que as flores cresceram. Vi como o tempo passa rápido. Já é praticamente Natal. Olho para o muro e enxergo resquícios dos enfeites do meu último aniversário passado lá. O melhor dia da minha vida. E um dos poucos aniversários que lembrarei para sempre.
Olho para o teto do hall de entrada: o teto vermelho. Idéias da minha mãe. Ela sempre gostou das cores fortes. Pelo menos nas paredes.
Passo para a sala. Mais uma vez, os cheiros. Acendo as luzes. O iluminado. Tenho saudade de ver aquela casa sob a luz do dia. Era lindo. Meu pai tivera a brilhante idéia de colocar várias janelas espalhadas pela casa porque minha mãe gostava de claridade. Ah, as janelas. Continuavam sujas. Mas isso nunca foi muito diferente. Como eram muitas, a gente tinha dificuldade em limpá-las. O piso branco dava um ar de imensidão ao que já era imenso. Mesmo sujo, o admirava com carinho.
Ao entrar, nem tinha reparado no espelho. Comecei a reparar depois. A casa dos espelhos. Minha mãe tem mania de espelhos. Até hoje não entendo porque ela comprou tantos espelhos para espalhar por aquela casa. Era lindo e ao mesmo tempo, exagerado.
Vou para outra sala, encontro o pacote da última coisa que comi sentada num sofá assistindo TV lá dentro. Um pacote de cookies de chocolate com banana. A minha cara.
Começo a andar. Passo pela sala de jantar e observo as cores. Mais uma vez, uma mistura que nunca fez sentido. Não sei se era porque minha mãe era indecisa ou se não tínhamos dinheiro para comprar tintas novas. Lembro da mesa de jantar. Passei muita coisa sentada lá. Coisas boas, maravilhosas e coisas ruins que me fazem chorar até hoje. São marcas. Olho pro teto e o vejo vinho. Olho pro chão e vejo uma barata morta. Encontro mais emoção ainda quando vou para a cozinha. Estava sem luz. Ou não. Não lembro, acho que nem ameacei acende-la. A pia ainda estava com coisas que deixamos lá desde quando mudamos. É de nós deixarmos bagunça por onde passamos. Vou para a despensa. O armário que fizemos há pouquíssimo tempo ainda estava lá. Muita coisa daquela casa foi feito com nossas próprias mãos. A gente gostava de mudar, e de avançar quando era possível.
Vou para o segundo andar. O andar dos quartos. Passo pelo escritório. Olho para o quadro com um cavalo. Penso numa piada. A parede rosa recém pintada estava lá. Linda. "Pintamos à toa", dizia minha mãe. Eu discordo. Pego do chão um Atlas, um livro infantil de Inglês e outro sobre Roma antiga. Senti-me num filme. Continuo meu tour. Passo pelo quarto da minha mãe, e observo cada detalhe. Um sutiã no chão e cremes que ela deixou de trazer ainda estavam no gabinete do banheiro. O corredor estava sujo. Imaginei que teriam sido as pombas que sempre gostaram de invadir. Bom, sem mencionar os morcegos. Dou risada.
Entro no quarto do meu irmão. Saio logo. Nunca me interessei muito por aquele quarto a não ser pela paisagem. Mas não abro a janela. O melhor eu poderia ver de outro lugar. Vou para o quarto meu irmão mais novo. Acho que ele nunca dormiu lá. Cheirava a mofo. As imagens vinham à minha cabeça. Lembranças.
Finalmente, entro no meu quarto. Ex quarto. Sinto um aperto no coração. Vejo a parede azul que eu mesma pintei com a ajuda de minha mãe em um dos domingos mais entediantes do ano. A parede era uma bagunça, mas eu gostava. Olho de outro ângulo e vejo a outra parede. A rosa. Minha preferida. Meu teclado costumava ficar naquela parede que por muito tempo foi branca. Lembro daquele quarto vazio e de eu chorando sentada num colchonete com uma ex-amiga. Aquele quarto me trazia um caminhão de lembranças. Quase choro. Entro no banheiro e vejo que nada mudou. Exceto a ausência do meu enorme espelho. Minha luminária preferida que minha mãe achava feia continuou lá, não a trouxeram. Fui obrigada a abrir a janela. A janela branca que eu havia limpado com tanto esforço depois de raspar a tinta que havia sido derramada no chão. Lembro que passei o dia inteiro arrumando meu quarto e que estava sem TV a cabo. Abri a janela e vi, talvez por uma última vez, aquela paisagem. Na verdade, não liguei muito pra paisagem, aquela não interessava muito, mas mesmo assim tentei captar o máximo de detalhes. Imaginei-me em Paris pedindo a um pintor que retratasse aquele cenário. Tentei sentir o cheiro, com toda minha força, mas o cheiro de shampoo que vinha do meu cabelo impedia que eu sentisse o que vinha de fora.
Tinha que sair do meu quarto, ou sentaria lá e ficaria lembrando e chorando.
Finalmente fui para onde mais interessava. O "terceiro". Apelidado assim por mim, minha mãe, todo mundo que passava por lá. O terceiro. O lugar por onde passei os inesquecíveis dias de sol e chuva da minha vida. Subi. Acendia as luzes vagarosamente com medo de pombas e morcegos. Senti-me um pouco num filme de terror, mas a emoção era maior. Ia surgindo ao poucos naquele lugar. Muitas pessoas tinham medo, mas eu não. Eu nunca tive. Eu só tinha carinho, lembranças, amor por aquele lugar. O primeiro lugar pro qual olhei foi o esperado morro. O tão estranho morro. Olho pro topo dele. Vejo a palmeira que sempre consegui ver desde o começo. Lembro dos primeiros meses de verão que passei naquela casa. Acho que naquela época, o terceiro nem existia. Continuo observando. Passo pela piscina que agora está praticamente vazia e cheia de limo. A churrasqueira que meu pai tanto esperou, e pouco aproveitou. Dou-me conta mais uma vez de como as coisas são injustas. Olho para uma bóia de patinho que meu irmão mais novo quando pequeno tinha medo e eu adorava! Lembro dos dias que passei pegando sol lá em cima, estudando, fazendo a unha, conversando, orando, chorando, falando sozinha, fazendo algazarra, lembrando.
Mais uma vez olho para a paisagem. Lembro da lua que muitas vezes vi de lá. Lembro de uma surpresa que fiz para meu amor. Lembro do meu aniversário. Lembro da rede. Lembro de minha família. Lembro dos churrascos que perdi e me arrependo. Se a gente pudesse voltar atrás... Tentei me concentrar na paisagem. Era linda, inesquecível. Não sei por que, mas sempre tive paixão por aquelas árvores, aqueles prédios, as nuvens avermelhadas... Dava sensação de ver a Praia Grande inteira lá de cima. Me vêm à memória os fogos de Natal que vi de lá. A luz aparecia primeiro, depois o barulho do estouro. Aprendi com o meu tio que a velocidade da luz é maior que a do som. Nunca mais esqueci.
Gastei a maior parte do meu tempo lá em cima. Minha mãe me chama pra se certificar onde estou. Ainda gasto um tempo admirando tudo e finalmente vou embora. Dou uma última olhada em tudo, apago as luzes e vou embora. Mesmo com todas as lembranças ruins, se eu pudesse, ainda poderia voltar ao início. Onde tudo começou. 2006. Tentaria salvar tudo. Mudar tudo. Fazer a maioria das coisas diferentes de como eu fiz. Daria mais voz a mim porque hoje eu sei que naquela época minha cabeça não pensava apenas como uma recém adolescente.
Revejo as paredes coloridas, os espelhos exagerados, a grandeza daquela casa vazia e cheia. Ainda acho que um dia ela será muito bem aproveitada. Talvez por novos moradores, talvez por mim, talvez por crianças que colocarei lá quando tiver dinheiro. Ou talvez um museu, algo assim. Tenho esperanças que aquele lugar se torne mais que uma casa. Para mim, já é. Não me apego ao material, me apego ao sentimento. Tenho saudades mais uma vez.
Entro no carro e sinto algo. Poucas vezes sinto isso. É como se fosse perder uma parte da sua memória. Normalmente sinto isso uma vez por ano. É estranho e bom. Se pudesse, voltaria atrás. O carro sai da garagem e eu ainda posso enxergar minha cachorrinha latindo no quintal olhando para nós com cara de piedade.
Mais uma vez o cheiro de natureza invade minhas narinas. É minha razão. É minha emoção.
Escrevia sobre a partecolorida. A partepreto ebrancosempre deixava meio de lado...
As luzes de Natal piscavam por todo lugar. Ruas, shoppings, casas, tudo. As luzes não me traziam boas lembranças. Não sabia onde estaria aquele Natal. Não gostava de me lembrar dos Natais.
Sempre gostei de Natal. Sempre. As pessoas cheirosas, as crianças contentes, presentes, filmes, árvores, telefonemas. Tudo girava em torno de uma só coisa, de uma só razão. Era engraçado ver até as reportagens dizendo que, cada vez mais, o povo vai às compras na época do Natal. As lojas lotam, as pessoas ganham mais dinheiro e gastam ainda mais.
Tudo fazia sentido. Até para mim, às vezes. Às vezes...
Escrevia sobre a partecolorida. A partepreto ebrancosempre deixava meio de lado...
A cada som da voz, um tremor. A cada olhar, uma fraqueza. Não era medo, era tristeza. Mais um ano... Mais um ano. Ela ficava se repentindo sem parar. Vivia sua vida naturalmente. Às vezes, queria se transformar e viver dentro de um quarto sem nunca mais sair. Mas percebia que o mundo de fora era deveras interessante. Era colorido.
As paredes do quarto eram brancas, apesar de tudo dentro dele dar um tom colorido ao ambiente. Mesmo assim, destacava-se o branco da parede. Nada que ela não pudesse consertar com um galão de tinta, mas muitas vezes não via necessidade.
Naquele dia, ela resolveu tocar. Sentou em seu banquinho, se preparou e começou a dedilhar uma bela música ao piano.
Escrevia sobre a partecolorida. A partepreto ebrancosempre deixava meio de lado...
As escolhas nos fazem. Algumas vezes, essa verdade universal me irrita. Não é à toa que muitas pessoas estão na rua. Os humanos tem o pavio curto. Não entendo porquê. Eles têm tanto tempo pela vida. Tanto tempo... Mesmo assim o desperdiçam. Passam horas em frente uma TV ou algo parecido. Algo parecido...
Coração apertado sempre incomoda. Sempre. Pingos de chuva também. Mas gosto da chuva, deixa as emoções à flor da pele.
Gosto de me inspirar em fotos para fazer textos. Ou, fazer textos pensando nas fotos.
Esses trechinhos ai embaixo, foram tirados de fotos minhas onde escrevi legendas. São pequeninos, simples, de um momento de extração. Os escrevi faz bastante tempo, mas ainda gosto.
E talvez não tenhamos nascido um para o outro, mas nos encontramos no meio desse caminho chamado "vida". caminho difícil, estreito e tortuoso, principalmente quando você faz as escolhas certas. hoje ainda pergunto a Deus se a escolha que estamos fazendo é certa. a vida nos proporciona a cada dia um amontoado de emoções. nós escolhemos qual queremos viver e sentir verdadeiramente.
Porque nas pequenas coisas encontramos os maiores brilhos: vagalume. Um dia, depois de muito tempo tentando escutar, Jesus me disse: "Brilhe!". eu obedeci. contagiei, fiz mágica, sofri, sorri. um dia percebi que essa minha luz, meu brilho, não se limitava a mim, mas transcendia a um outro ser. um ser imperfeito, mas amado, assim como eu. este ser. o que está segurando o violão.
(Como esse texto era legenda de uma foto, mostrava um alguém segurando um violão. Não coloco a foto aqui porque... não)
Escrevo o que sinto, o que vejo, o que vivo, o que os outros vivem. O que é importante, o que não é importante, o que é relativo ou não. Alguém disse um dia que "tudo é ilusão". Espero que sim; espero que não. LIGHT UP THE DARKNESS.